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Bate-papo entre Tom Coelho e Emílio Gahma sobre "A Arte da Guerra"

03/10/2014


Concorra a 3 (três) pares de cortesias para o espetáculo teatral "A Arte da Guerra".
Acesse 
AQUI ou envie e-mail para assessoria@tomcoelho.com.br (promoção encerrada).
Veja mais detalhes sobre a peça neste LINK.



Confira abaixo o bate-papo entre 
Tom Coelho e Emilio Gahma, produtor do espetáculo e autor do livro "Simplificando a Arte da Guerra".





Emilio Gahma: Tom, é um enorme prazer retomar nossa conversa sobre a Arte da Guerra, principalmente porque estamos às portas de uma nova temporada com o espetáculo, que vai estrear no próximo dia 3 de outubro.

Tom Coelho: O prazer é todo meu, amigão. É um tema inspirador e que me encanta! Já tive a honra de prefaciar sua obra sobre o assunto (Simplificando a arte da guerra de Sun Tzu), e fico muito feliz com a notícia de que o espetáculo está voltando em cartaz. Já o assisti três vezes, sendo duas delas em congressos voltados a um público empreendedor, sendo sempre muito bem avaliado, não apenas o seu trabalho, mas também o de seus atores. É uma equipe muito afinada...

Emilio Gahma: Sim, um exército bem preparado.

(risos)

Emilio Gahma: Mas, já que você citou o livro, vamos começar falando um pouco sobre ter prefaciado o “Simplificando A Arte da Guerra”: Como foi essa experiência? Era um tema com o qual já tinha intimidade?

Tom Coelho: A Arte da Guerra é uma obra tradicional, posto tratar-se de um livro milenar. Já havia me debruçado sobre ele. Porém, o que me estimulou a redigir o prefácio de seu livro, além da amizade e admiração pelo seu trabalho, foi a abordagem adotada na obra, tornando-a de fácil acesso e compreensão a qualquer leitor. O formato no qual o seu livro foi escrito desperta a atenção. Dois são os méritos de um livro que o qualificam acima da média: prender a leitura do início ao fim e despertar a vontade para ser relido. É o caso de sua obra.

Emilio Gahma: Isso foi, primeiramente, uma necessidade pessoal. Eu mesmo tinha alguma resistência em abordar somente os conceitos da obra original, por mais objetivos que pareçam. Sentia necessidade de fazer alguma relação com a realidade prática. Sem contar que o livro é cheio de simbolismos, e a língua chinesa é muito metafórica. Cada frase do livro sempre diz bem mais do que parece. Aí pensei, todo mundo adora ouvir uma boa história, então...

Tom Coelho: Usar histórias para apresentar e contextualizar os princípios de Sun Tzu foi uma ideia inovadora. Atualmente, muito se fala em storytelling, pois está comprovado que esta técnica potencializa os benefícios de uma obra escrita. Mas você o fez em 2011, quando poucos o faziam... Além disso, o resultado me agradou pela simplicidade e pela capacidade de aumentar o alcance das ideias e torná-las pragmáticas.

Emilio Gahma: Você, além de escritor e palestrante, é também é um espectador exigente, que adora “pinçar” cenas de filmes e comentar o conceito por trás delas. Isso ajuda muito, né? Apresentar uma situação que fale por si.

Tom Coelho: Certamente, e o cinema é uma excelente via de acesso ao conhecimento, assim como o teatro. O segredo está em saber extrair uma determinada cena e contextualizá-la adequadamente dentro do conceito que está sendo apresentado à plateia.

Emilio Gahma: São linguagens irmãs.  As duas são filhas do drama. Do ato de dramatizar (colocar ação) nas histórias e situações. Tanto o teatro quanto o cinema, têm esta qualidade. São linguagens que não trazem apenas informação, trazem vivência. Mais do que falar sobre o assunto, um bom espetáculo (ou filme) deve agir sobre ele. Interagir com ele. Esse é um dos princípios fundamentais do nosso trabalho enquanto grupo de teatro corporativo. Colocar ação na informação.

Tom Coelho: Perfeito! Sem dúvida que tanto o cinema quanto o teatro são instrumentos de entretenimento. Mas não precisamos ficar restritos a ele, sendo possível aliar também aprendizado e reflexão.

Emilio Gahma: Taí uma curiosidade que eu tenho sobre a interação das linguagens. Você assistiu ao espetáculo depois de ter lido meu livro e escrito o prefácio. Como foi lidar com estas duas formas de linguagem (a literária e a dramática)? Ter lido e depois assistido ao espetáculo mudou sua percepção?

Tom Coelho: São vivências que se complementam. A peça é lúdica, dinâmica e interativa. É improvável que o espectador fique inerte, sem envolvimento com o espetáculo e sem traçar paralelos com sua vida pessoal. Quem lê o livro primeiro, imagina as cenas (reflete sobre elas) e depois complementa presencialmente, durante o espetáculo, suas impressões e imagens. Quem assiste à peça primeiro, fica intrigado em ler a obra e, ao fazê-lo, certamente se remeterá à experiência do palco.

Emilio Gahma: Como palestrante, que está acostumado a versar sobre diversos temas, inclusive sobre a liderança, acha que os conceitos de Sun Tzu ainda são atuais em nossos dias. Cada vez mais as empresas pregam uma abordagem mais democrática, com uma gestão participativa. Acha que isso entra em conflito com Sun Tzu, que prega um perfil de líder mais tradicional?

Tom Coelho: Tenho por hábito eleger o "caminho do meio" como o mais adequado a ser trilhado... A vida tem me ensinado que a ponderação é sempre uma escolha mais assertiva. Assim, entendo que há momentos em que se faz necessária uma postura mais tradicional, assim como há outros nos quais precisamos ser mais flexíveis. Assim, as lições de Sun Tzu são, sim, muito válidas ainda nos tempos atuais, em especial em um mundo corporativo tão competitivo, que não raro chega a priorizar o resultado em detrimento de qualquer princípio moral.

Emilio Gahma: Concordo, principalmente porque as pessoas andam muito mais preocupadas em cuidar do seu marketing pessoal, do que em apresentar resultados realmente eficazes em seu trabalho. Sun Tzu prega que o resultado é o que importa (o importante é vencer a guerra), mas a acusa moral é fundamental, pois é o que motiva o exército a lutar (a equipe a trabalhar).

Tom Coelho: Um dos princípios de Sun Tzu fala em "conhecer o inimigo e conhecer a si mesmo". No universo corporativo é até comum que as empresas procurem conhecer "o inimigo", no caso, a concorrência. Porém, muitas vezes não as vejo buscando conhecer a si mesmo... Você concorda?

Emilio Gahma: Concordo, sem dúvida! Conhecer a si mesmo nos leva a perceber, primeiro, as falhas em nossa própria casa. Isso é fundamental para quem quer vencer em um mercado competitivo como o atual.

Tom Coelho: Um bom exemplo disso são os processos de seleção, que contratam profissionais com base em um perfil de cargo, mas frequentemente desconsiderando as características pessoais do profissional. Acredito que, neste contexto, o risco de uma contratação equivocada é muito grande... Por isso, sempre estimulo as empresas a utilizarem os chamados instrumentos de assessment para avaliação da personalidade do candidato. Afinal, competências técnicas podem ser ensinadas, mas competências comportamentais e valorativas são fundamentais e estão na essência do profissional.

Emilio Gahma: É verdade. E ter diploma de faculdade não significa ter diploma de caráter. Sun Tzu sempre prega que isso de forma clara quando ressalta as virtudes do líder como fonte de inspiração. É um dos cinco fatores que regem a arte da guerra. Vencer a guerra a qualquer custo tira o sabor da vitória.  

Tom Coelho: Mas supondo que as questões morais foram relegadas a um segundo plano e o conflito maior se estabeleceu. Com base em Sun Tzu, como resolver este embate? Que contribuição poderíamos dar às organizações, neste sentido?

Emilio Gahma: Reforçar a causa moral, os valores da empresa através de ações efetivas, e não de palavras vazias. E trabalhar, também, o foco e a disciplina.  O princípio da espada embainhada vem de encontro a uma necessidade fundamental em nossos dias, a de evitar que as coisas cheguem ao embate maior, ao conflito máximo. Creio que muitos líderes atuais confundem planejamento com estratégia.

Tom Coelho: Muito bem lembrado... Até porque vemos muitos cursos e livros sobre planejamento, porém é comum um plano ser traçado sem uma estratégia previamente definida...

Emilio Gahma: Quando tomamos por base o conceito de conhecer a si mesmo, tão bem quanto o inimigo, já nos leva a perceber as falhas em nossa própria casa, como citei anteriormente. Os novos líderes perdem um grande tempo arrumando a própria casa só quando a coisa chega a pegar fogo. Aí tentam fazer a arrumação perfeita, para novamente caírem no caos, apagando novos incêndios que avançaram. O esforço contínuo é fundamental para quem deseja manter a casa sempre arrumada. A disciplina, de fazer o grande quando ainda está pequeno, é fundamental nestas horas, pois evita que cheguemos aos incêndios. Isso, na arte da guerra, é similar a tirar a espada da bainha (ou, a mangueira do armário). Manter a espada na bainha, ou a empresa livre dos incêndios, deve ser a meta suprema para aqueles que desejam se tornar guerreiros mestres no mundo corporativo.

Tom Coelho: Esta sua colocação faz-me lembrar a “teoria das janelas quebradas”, segundo a qual se um edifício tem janelas quebradas que não são reparadas, há uma tendência a que vândalos quebrem mais janelas e até ocupem o edifício. Analogamente, lixo jogado em vias públicas, quando não coletado, induz as pessoas a não cuidarem do asseio daquele ambiente. Assim, a estratégia para combater o vandalismo consiste em pequenas ações, o que só é possível com disciplina.

Emilio Gahma: Obrigado por mais este encontro, Tom. É sempre enriquecedor “trocar figurinhas” com alguém do seu quilate.


SOBRE OS AUTORES:

Emilio Gahma, além de ser um conceituado palestrante no mercado no qual atua, trabalhou como professor de Kung Fu dos 19 aos 27 anos. Como artista Marcial, Emilio teve a oportunidade de aplicar a filosofia de Sun Tzu nas técnicas de combate e, posteriormente, como empresário no ramo de eventos. É o autor do Livro "Simplicando A Arte da Guerra", obra que inspirou o espetáculo. E-mail: emilio@emiliogahma.com.br.

Tom Coelho é educador, palestrante em gestão de pessoas e negócios, escritor com artigos publicados em 17 países e autor de sete livros. E-mail: tomcoelho@tomcoelho.com.br.


 


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